Em estudos de longo prazo (5 a 10 anos), o Bypass Gástrico promove uma perda média ligeiramente superior (65% a 75% do excesso de peso) em comparação ao Sleeve Gástrico (60% a 70%). No entanto, o Bypass tem componente disabsortivo, o que exige suplementação vitamínica diária e inegociável para a vida toda. Já o Sleeve é puramente restritivo, preserva a anatomia intestinal original e tem menor incidência de desnutrição severa, sendo contraindicado principalmente para quem sofre de refluxo gastroesofágico grave.